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Ti Jaquim

1975. Camisola de ciclismo, tal como usada por Joaquim Agostinho, na primeira vez que uma equipa portuguesa correu na Volta à França.

Esta camisola chegou ao verdebranco através de um colecionador de camisolas antigas de ciclismo estrangeiro. Na realidade, para além da palavra dele não posso ter 100% de certeza se é mesmo do Joaquim Agostinho se de algum outro corredor da equipa do Sporting to Tour de France em 1975.

Mas é uma beleza, e sempre uma camisola histórica. Maravilhosa!

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Força Chape!

2016/17. Camisola usada por Rui Patrício no jogo contra o Vit. Setúbal de 3 de Dezembro de 2016, em homenagem às vítimas da queda do avião da Chapecoense.

Camisola do meu amigo Paulo José, benfiquista colecionador de camisolas de todos os clubes, e que tem esta preciosidade. Normalmente, não gosto de ver camisolas do Sporting nas mãos de adeptos de outros clubes. Abro uma das poucas exceções para o Paulo, que merece o que tem, pelo seu amor às camisolas, inclusive esta camisola excecional.

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A última camisola pura

A partir da época 1987/88 o Sporting passou a ter publicidade nas camisolas. Foi FNAC, e foi o fim das camisolas completamente puras, só listas verde brancas, com o leão ao peito, sem mais.

O que pouca gente se lembra é que só começámos a usar o FNAC a partir do derby contra o SLBenfica a 26 de setembro de 1987. Antes disso, jogámos, com a camisola listada, três jogos particulares, dois da Taça de Honra, um da Taça das Taças, e três do Campeonato Nacional, sem patrocínio. Sempre o mesmo modelo, ou seja, deverão ter sido feitas 14 camisolas destas: do 2 ao 11, e do 13 ao 16.

Esta é a do Oceano.

Cosmos

Camisola Le Coq Sportif do Sporting usada no jogo particular contra o Cosmos de 9 de junho de 1985. O número em cima do quadrado de pano tapa um número 15 original modelo LCS.

Para obter esta camisola tive que abdicar de uma camisola que provavelmente nunca voltarei a ver uma igual. É o dilema do colecionador, tal como me disse o Roxo hoje à tarde. Estou arrependido de ter ficado sem essa, mas não estou arrependido de ter esta. Que fazer?!

Camisola alternativa 1965/66 a 1967/68

Que eu saiba, este modelo de camisola foi usado pelo Sporting 4 vezes contra o Vitória de Setúbal (uma vez para a Taça 3 para o campeonato, no sjogos em casa) e em 1965/66 foi ainda usada para a Taça das Cidades com Feira uma vez contra o Bordéus e duas contra o Espanyol. Pode ser que me tenha escapado algum jogo! Para além disso, também existiu um modelo semelhante mas em verde, que foi usado até ao início dos anos 1970.

Jogo Missão Pavilhão

No jogo contra o Arouca de 19/03/2016 os jogadores entraram na primeira parte com nomes errados, numa ação de sensibilização contra a contrafacção. Foi:

Rui Patrício – Rui Patríssio
Schelotto – Squeloto
Rúben Semedo – R. Smedo
Coates – Couts
Bruno César – Bruno Cézar
William – Williams
João Mário – J. Dário
Adrien – Adriano S.
Bryan Ruiz – Brian
Teo Gutiérrez – Guterres
Slimani – Eslimani

Na segunda parte entraram com os nomes corretos. Essas camisolas, da segunda parte foram vendidas, com a verba a reverter para a Missão Pavilhão. Conheço vários dos sportinguistas que conseguiram ficar com uma. E eu fiquei com duas :)

Estas camisolas são únicas, porque têm o patch da Missão Pavilhão, e depois temos a certeza absoluta de onde vêm!

Slimani e Chuta-Chuta

Aqui estão duas camisolas sensacionais, de 2015/16: uma do Slimani, do jogo contra o Porto de janeiro de 2016. O patrocínio NOS tal como está aqui só foi usado nesse jogo. A outra é do Bruno César, e é a camisola alternativa. Fantásticas!

Ambas são do meu amigo Paulo José, que para além de grande colecionador e apreciador de camisolas, é benfiquista. Visitámos juntos o Museu do Sporting, e um dia vamos ver o Museu Cosme Damião, haja tempo!

Ele mostra a coleção no seu site Amor à Camisola, tem muitas camisolas de guarda-redes incluindo do Rui Patrício, mas realmente, é uma coleção tão diversificada que só mostra que primeiro vem o desporto, a estética, e o amor que os colecionadores têm por estas peças, e só depois o clubismo (que todos temos, claro).